Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

A SAIR PELA PRIMEIRA VEZ DO BAÚ

 

 

Grande momento este...

 


publicado por PNvelhaguarda às 02:12
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

BOAS FESTAS CAMARADAS

 

 

Dá-lhe...

 


publicado por PNvelhaguarda às 00:41
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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

MOMENTOS DA HISTÓRIA AXADREZADA

 

 

 


publicado por PNvelhaguarda às 02:12
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

JANTAR SECTOR FRESKAS & FRIENDS

 

 

 

 

Companheiros de décadas na bancada e na/para a vida...

 

BOAVISTA SEMPRE !

 


publicado por PNvelhaguarda às 23:57
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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

DUELOS DO PASSADO ( ÉPOCA 72/73 )

 

Estádio Municipal de Tomar

Árbitro – Joaquim Campos, de Lisboa

 

U. TOMAR – Nascimento (1); Kiki (1), Cardoso (1), João Carlos (2) e Fernandes (1); Raul (1) e Manuel José (2) (75m – Caetano (1)); Pavão (2), Bolota (1), Camolas (1) e Fernando (2) (45m – Beto (2))

 

 

 

BOAVISTA – Vitor Cabral (1); Bernardo da Velha (2), Mário João (2), Amândio (3) e Lobo (2); Branco (2), Barbosa (3) e Acácio (2) (79m – Taí (1)); Moinhos (3), Moura (3) e Salvador (3)

 

 

0-1 – Moura – 8m
0-2 – Salvador – 24m
1-2 – Camolas – 44m
2-2 – Beto – 69m
2-3 – Moinhos – 78m
2-4 – Moinhos – 88m

 

 

 

«Substituições: no início do segundo tempo, os nabantinos fizeram entrar Beto (2) para o lugar de Fernando. Manuel José, aos 30 minutos, foi substituído por Caetano (1).

No Boavista, Taí (1), aos 34 minutos, rendeu Acácio. 1.º tempo: 1-2.

Aos oito minutos, em conclusão de uma excelente jogada de Moinhos, Moura rematou de pronto o centro do seu companheiro, obtendo o primeiro golo da partida.

Salvador, aos 24 minutos, recebendo um passe longo de Moura, deixou para trás de si toda a defesa, chamando ao seu encontro Nascimento, que ficou sem qualquer possibilidade de evitar o segundo golo, dada a potência e direcção do remate do brasileiro.

Aos 44 minutos, embora apertado, Camolas, com um espectacular «bico», bateu Vitor Cabral, que deixou a bola passar-lhe, (lentamente) por baixo do tronco.

2.ª parte: 1-2.

Aos 24 minutos, Beto estabeleceu a igualdade. A defesa do Boavista, desguarnecendo todo o flanco direito, permitiu que o brasileiro aproveitasse um excelente passe de Bolota, para bater, de forma imparável, Vitor Cabral.

Moinhos, porém, aos 33 minutos, desmarcando-se para o centro do terreno, recebeu um magnífico passe de Barbosa, que, colocando-o isolado a caminho da baliza, não teve dificuldade de desempatar o resultado.

E o mesmo Moinhos, em jogada genial, driblando quantos adversários lhe apareceram pelo caminho, consegue marcar o melhor e último golo da partida, aos 43 minutos. Um golo espectacular!

———-

 

O futebol está cheio de paradoxos. Pelo menos mais uma vez isso nos foi garantido por esta equipa do Boavista que ontem esteve em Tomar. Perdendo um meio-campo que, na última temporada, era toda a base da equipa, tinha como centro-campistas três elementos de reconhecido valor, como Fraguito, Jorge Félix e Celso, que procuraram outros ares, dir-se-ia que os «axadrezados» teriam esta temporada de passar mais dificuldades que as que se lhes irromperam no «Nacional» anterior. Porém, inversamente à imagem que apresentou certo dia Otto Glória, quando afirmou que não se faziam omoletas em ovos, o seu compatriota Aimoré Moreira, através desta sua equipa, fez desmentido formal de que nem sempre assim é, sobretudo se se quiser fazer uma equipa à base do material que se possui, esquecendo as grandes vedetas. Ora não obstante toda essa força, que possuía a equipa anterior (com os três citados jogadores noutros clubes) o Boavista tem hoje uma formação que bem se poderá dizer estar totalmente transformada (para melhor) dando-se ainda o caso curioso de Mário João, que na passada temporada teve actuações de grande mérito, ser hoje o elemento que se apresenta com menor rendimento, ainda que mais uma vez se houvesse encontrado nas suas «sete quintas» quando o convidavam para disputas de bola no ar.

Consequentemente, depois desta exibição que vimos, ontem, aos «axadrezados», está explicada por que razão o Boavista neste «Nacional» está de posse da hegemonia do futebol nortenho. E está com toda a justiça, pois o seu futebol não tem nada de empírico. Bem pelo contrário. Daí a não ter causado surpresa a ninguém os nabantinos nunca se terem entendido com um futebol bem imaginado e melhor executado, ainda que houvessem tido o ensejo de recuperar dois golos de atraso, e até (vamos lá) poderem ter-se adiantado no marcador. O que – diga-se – seria muito injusto, embora pudesse constituir castigo para os visitantes, por haverem abrandado o ritmo do jogo e a aplicação, depois do 2-0.

 

Decisão suicida

 

Conhecida como era a excelente «forma» dos «axadrezados», não só demonstrada pelos resultados obtidos, mas também pelo nível exibicional que têm exteriorizado em muitas partidas até agora efectuadas, foi demasiada veleidade os nabantinos terem respondido ao «4-3-3» [d]os adversários com um «4-2-4», sem quaisquer possibilidades de êxito perante tão nítida inferioridade numérica, uma vez que Barbosa, Acácio e Branco passaram a sentir-se em terreno conquistado logo após o pontapé de saída.

Em contrapartida, sem possibilidades de competirem, de igual para igual, com os seus adversários da mesma zona, Manuel José e Raul, viram-se metidos no beco sem saída, o que veio a reflectir-se nos seus companheiros da defesa, uma vez que não podiam contrapor-se aos aríetes boavisteiros, antes de eles se apossarem da bola.

Dessa falta de posição dos homens do meio-campo nabantino, sempre em atraso em relação aos seus adversários, começou a cavar-se a derrota da sua equipa, pois antes do primeiro golo já o ataque boavisteiro havia criado duas ocasiões para o obter, tanto por parte de Moura como de Salvador.

Pela forma como a partida decorreria, consentindo o primeiro golo, pois os defesas locais, mal colocados (ou metidos entre dois adversários) admitiam todas as «chances» para infiltrações dos adversários pelos flancos, era de esperar que o meio-campo nabantino recebesse reforço de um elemento do ataque para auxiliar. Como isso não sucedeu, as situações de golo criadas pelos boavisteiros verificavam-se às catadupas, perante o desespero dos homens da defesa, que não viam possibilidades de neutralizar o contra-ataque opositor, sempre com três homens a colaborarem em todas as jogadas. Alcançado o segundo golo, e com outros lances a pedirem melhor finalidade, chegou a vislumbrar-se um resultado catastrófico para a equipa nabantina, tão nítida era a crise anímica em todos os seus componentes. Valeu na circunstância, para que a boa disposição chegasse à equipa, que ele fosse para o intervalo com o golo de Camolas.

Mas o que não há dúvida é que o resultado ao intervalo era bastante lisonjeiro para os tomarenses, pois, em futebol jogado, as honras da tarde foram sempre para os visitantes que, não obstante terem chegado a consentir a recuperação de dois golos, raramente perderam o comando da partida, por carência de recursos. Até porque, no primeiro tempo, houve jogadas excelentemente delineadas pelos «axadrezados», com todos os seus sectores devidamente ligados. Inversamente se havia verif[i]cado com a equipa local, que num «4-2-4», agravado pela má distribuição dos vários elementos pelos respectivos sectores, não permitia ao seu futebol uma toada esclarecida e produtiva, uma vez que os compartimentos actuavam absolutamente divorciados uns dos outros.

 

Antídoto menos indicado

 

Verificada a inoperância do ataque nabantino, embora sempre com quatro homens na mesma linha de jogo, mas sem possibilidade de escapar à bem escalonada defesa boavisteira, por falta de um meio-campo com força para dominar as operações nessa zona e, implicitamente, preparar as desmarcações aos aríetes, de modo a poderem receber bolas jogáveis, era de esperar que o intervalo servisse para as rectificações que se impunham, pelo menos, pelas indicações dadas pelas incidências do jogo, da primeira parte.

Surpreendentemente, a equipa nabantina entrou no segundo tempo, com um pronunciado «4-4-2»! O centro do terreno, servido por quatro elementos, já que Beto, substituindo Fernando que actuou no ataque, passou a jogar recuado, função que, no lado oposto, foi distribuída, igualmente, a Pavão, passou a ter maior número de unidades, mas em contrapartida, o ataque ficou simplesmente entregue a Camolas e Bolota sem quaisquer possibilidades de se impor a uma defesa que, se tornou mais valorosa quando se viu em grande superioridade numérica. Se é certo, no período inicial do segundo tempo, a equipa de Tomar ter constituído maior perigo, sobretudo com grande porção de bolas a cairem sobre Vitor Cabral, também é verdade que até ao empate passou a existir muita sobranceria nos homens do Bessa, nomeadamente por parte de Moinhos, Moura e Salvador, que pareciam dar-se por satisfeitos com a primeira parte do «show» que haviam oferecido a toda a assistência, perante a estupefacção de muitos adversários, que pareciam encantados com o futebol filigranado e imaginativo com o que, certamente, não contavam.

Porém, alcançado o empate, com a equipa incitada pelos seus adeptos, para a possibilidade de uma recuperação que seria feito de tomo, o cariz do jogo transformou-se rapidamente. Os nabantinos foram em procura do golo vitorioso com entusiasmo que até aí não havia existido na equipa. Tudo parecia bem encaminhado para que o Boavista visse todo o seu magnífico futebol, até aí, praticado, reduzido a cinzas.

Mas estava escrito que os boavisteiros não haveriam de abdicar das suas melhores possibilidades no momento. Manuel José, que havia saído de um momento de repouso, que a sua quebra física lhe impôs, durante alguns minutos, «reapareceu», mas em melhor plano do que nunca em todo o jogo, incitado pelo empate. Julgou-se, pois, que os nabantinos iriam proceder a um «forcing» com saldo favorável, levando os seus adversários a entregarem-se pelo descoroçoamento que a perda de dois golos de avanço lhes ocasionara. Porém contra tudo o que seria de esperar, não só por tirar o balanceamento de ataque da sua equipa, mas também para oferecer o desempate a favor, Manuel José, no momento mais inoportuno, foi substituído por Caetano que, durante o tempo que necessitou para se meter no ritmo da equipa, assistiu aos dois últimos golos do Boavista, sem possibilidades de se impor e justificar a razão da chamada à equipa, no momento em que mais necessitava de um centrocampista bem esclarecido, para a encaminhar para uma possível recuperação, talvez evitada, é certo, por um poste da baliza de Vitor Cabral que se opôs a um violento remate de Camolas.

Terminou, nesse lance, tudo o que os visitantes tentaram para não perder o jogo. O resto fez Moinhos, consolidando, com o último golo, a excelente vitória da sua equipa.

 

Retrocesso evidente

 

A equipa tomarense, que vimos jogar na primeira partida do campeonato, contra o estreante União de Coimbra, que tão boa impressão nos deixara, embora nunca a considerando capaz de fazer curvar os peixes do lendário Nabão, está absolutamente transfigurada (para pior), sobretudo no seu conteúdo futebolístico, tendo deixado de existir nela aquela toada de futebol bem ordenado, embora servida por elementos de nível técnico mediano.

Isto no que concerne ao aspecto técnico, que, por vezes, pode ser disfarçado com pormenores tácticos de valimento. Ora neste aspecto, por razões de que não nos apercebemos, os nabantinos nunca puseram em campo o antídoto mais indicado para neutralizar a incomensurável superioridade dos adversários. Daí a alguns dos seus componentes terem visto muito comprometias as suas actuações individuais.

Uma grande maioria dos elementos (quase os mesmos que iniciaram a prova) parece terem perdido o ritmo que lhe conhecêramos no início da temporada. Há menos alegria na equipa, sem dúvida. Alguns dos seus jogadores, pelas hesitações que acusam nas disputas de bola, parecem descrentes das suas possibilidades. Manuel José, que tem sido o mais influente elemento da equipa, está demasiado pegajoso à bola, procurando-a levar aos companheiros, em corridas longas e desgastantes, com prejuízo para a sua capacidade física. Alguns dos seus companheiros também demoram a conclusão dos problemas que lhes surgem denunciando demasiada precipitação, não sabendo qual o melhor destino a dar à bola.

Talvez, tudo o que de mau anotámos à equipa de Tomar esteja na razão directa da quebra acentuada que vem registando de há um tempo a esta parte. De tal sorte que a defesa, com três jogos, admitiu 12 golos, o que é muito, na mesma medida que será pouco (2 golos) a acção do ataque, no mesmo número de jogos.

Na partida de ontem, embora batido por quatro vezes, Nascimento só terá sido responsável no primeiro golo de Moinhos. Demorou a saída e, quando se resolveu, já era tarde. Mas também é verdade que, à sua frente, só João Carlos e Cardosos, ainda que longe do seu melhor, estão em condições de suavizarem o trabalho do seu guarda-redes. Os defesas laterais, sem colocação e poder de antecipação, são facilmente manobráveis, nem para tanto ser necessários adversários da classe de Salvador e Moinhos…

Manuel José, certamente, pela forma como está a jogar, em género de querer aparecer, a onde não deve, está a arrasar-se fisicamente, com nítido prejuízo para a equipa. Está sem força. E quando ele falta, vai-se o discernimento!

Na frente, enquanto jogou a equipa teve em Fernando o seu avançado mais activo, pois foi o único a pôr problemas à defesa do Boavista. Bolota e Camolas, com Pavão muito nervoso, foram somente combativos. Pouco para a solução de problemas, perante defesas bem escalonadas. Raul, correndo mais do que jogando, também foi muito generoso, mas não serviu a equipa de forma precisa.

 

Latinidade e arte

 

Para já, como já se tinha percebido, Aimoré Moreira, com a simplicidade que caracteriza os homens de valor, deu ao Boavista uma equipa com uma dimensão que jamais lhe conhecêramos. Está uma excelente equipa, em boa verdade. De tal modo que não sabemos o que mais admirar entre os seus vários sectores: se a habilidade dos três aríetes; se a voluntariedade dos centro-campistas, ou a magnífica planificação do dispositivo da defesa.

Na manobra da equipa, quer quando ba[la]nceada para o ataque, quer quando tem que defender, os jogadores apresentam-se optimamente distribuídos pelo rectângulo, de modo a poderem corresponder às chamadas de companheiros, de posse da bola, na mesma medida que, quando os adversários tomam conta do jogo, há sempre um jogador, pelo menos a tentar rectificar, a ultrapassagem de colega batido.

Por outro lado, sintoma de elevado espírito de equipa existente em todos os seus componentes, há em todos nítida preocupação de fazerem tudo pelo melhor (e certo), abdicando absolutamente de individualismos. De tal modo que se percebe estar a equipa rotinada por um futebol ao menor possível de toques, ainda que Moinhos, Moura e Salvador utilizem o drible em grande dose, mas com absoluto a propósito, procurando através do processo criarem espaços livres para desmarcações dos companheiros em movimento.

E como a equipa evoluciona harmonicamente, mesmo quando se mete em jogadas rápidas de contra-ataque, os adversários não têm muitas possibilidades de disporem de grandes zonas livres de terreno jogável. Ainda ontem os nabantinos tiveram que lutar, desesperadamente, com essa contrariedade, imposta pela forma eficiente como o Boavista sabe cobrir as zonas do rectângulo de modo a conquistarem a bola em cortes. O próprio Moura, ainda que houvesse estado sempre em evidência no jogo de ataque, viu-se muita vez envolvido entre os companheiros da defesa, se contudo deixar de fazer um golo e perder alguns…

No entanto, o sector que esteve mais em evidência no jogo de ontem, foi o atacante. Moinhos, embora mal tratado (fisicamente) por Fernandes, esteve maravilhoso. Além de marcar dois golos esteve na origem do de Moura, pois a jogada foi toda sua. O seu segundo golo, e último da partida, foi das jogadas mais brilhantes que um futebolista pode assinar. Driblando tantos quantos adversários lhe apareceram na grande área, chegando a cair por força das fintas, quase que entrou pela baliza com a bola nos pés. Foi um grande golo, realmente, a provocar a invasão da pista por muitos adeptos que acompanharam a equipa a Tomar.

Não será fácil, pese, embora a excelente classe do jovem Moinhos, repetir um golo do género.

Salvador, outro bom avançado da equipa, é um autêntico vagabundo a ocasionar estragos pela defesa adversária. Ora driblando, ora armando jogo para os companheiros, o extremo-esquerdo «axadrezado» não é fácil de ser marcado, sobretudo por defesas ingénuos como os que encontrou ontem.

Moura, talvez mais sóbrio que os seus dois companheiros da frente, não é menos útil para a construção e concretização de golos da equipa.

Nos sectores recuados, Barbosa foi o mais certo do meio-campo, na mesma medida que Amândio esteve pletórico de energia na cortina defensiva, já que Mário João, ainda que menos brilhante em recuperações se evidenciou em cortes de jogo com a cabeça.

Bernardo da Velha e Lobo foram pendulares, como também o foram Acácio, Branco e Taí. Vitor Cabral, embora responsável do primeiro golo, redimiu-se com duas boas defesas, acabando por contribuir para o êxito da sua equipa na qual não faltam latinidade e arte, a tornarem mais sólido o seu futebol.

 

Boa arbitragem

 

O trabalho de Joaquim Campos esteve mais ao nível dos vencedores do que dos vencidos.

Embora algumas vezes houvesse beneficiado nitidamente os infractores, teve o condão de com esse processo não deixar que alguns jogadores dessem continuidade aos seus maus propósitos. E alguns bem o queriam, sobretudo Fernandes.

De resto, uma arbitragem de harmonia com a competência do credenciado juiz-de-campo.»

 

(“A Bola”, 11.12.1972 – Crónica de Severiano Correia)

 

 

 


publicado por PNvelhaguarda às 16:48
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Domingo, 4 de Dezembro de 2011

BOAVISTA - 3 Vs SOBREIRAS - 4

 

 

Incrivel como até no Hoquei em Patins somos roubados...

A nossa equipa ainda precisa de evoluir, é certo, mas merecia de facto outro resultado e apesar da derrota estamos na minha opinião no bom caminho.

Apesar da hora e da distância relativamente à cidade Porto, boa presença de boavisteiros no pavilhão de Alfena.

 


publicado por PNvelhaguarda às 22:27
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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011

APOIA O FUTSAL

 

 

 


publicado por PNvelhaguarda às 22:56
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VIBRA COM ESTA MODALIDADE HISTÓRICA

 

 

A nossa equipa precisa de sentir o apoio da massa associativa boavisteira...

  

NÃO FALTES!

 


publicado por PNvelhaguarda às 22:47
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011

DOIS GRANDES SENHORES

 

 

Quevedo & Timofte

 


publicado por PNvelhaguarda às 03:04
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BOAVISTA FC ( ÉPOCA 1910/11 )

 

 

 


publicado por PNvelhaguarda às 02:32
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